21 de março é o Dia Internacional da Síndrome de Down. E há muito o que comemorar. Nos últimos 30 anos, a expectativa de vida dessa população praticamente dobrou. Se no fim da década de 80 a média de vida era de 25 a 30 anos, hoje, a expectativa está na casa dos 60 e não para de crescer.
É possível detectar e tratar problemas recorrentes - como as cardiopatias (que acometem 50% da população Down), a hipotonia (diminuição da força e do tônus muscular) e comprometimentos auditivos e visuais - antes que eles prejudiquem a saúde e a
qualidade de vida.
Embora tanto na saúde, quanto na educação, as políticas públicas tenham alcançado avanços significativos garantidos por lei, nem sempre essas regras são respeitadas na prática. Para discutir esses avanços o curso de Enfermagem da Faculdade Cesmac do Sertão, proporcionou aos acadêmicos uma mesa redonda integrando as disciplinas de genética, patologia geral e atenção integral a
saúde da mulher e saúde mental.
Na oportunidade os professores Manuelle Prestrello, Maria de Fátima Carnaúba, Hugo Bittencourt e Hugo Lira apresentaram os
avanços e dificuldades abrangendo as questões genéticas, patológicas, gestacionais e psicossociais.Foi um momento rico e oportuno para que acadêmicos e docentes compreendam as alterações que envolvem os portadores da Síndrome de Down.